The King of Pop

09 Julho 2009



Aparentemente acho que tudo já foi dito, mas encontrei um belo texto do Tony Bellotto que, sem dúvida, merece ser lido.

R.I.P.

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Não deixe de ler: Leite Derramado

24 Maio 2009


Pois é, após ler "Leite Derramado", do Chico Buarque, não tenho o que dizer senão "leia-o"!

O livro é maravilhosamente bem escrito, onde Chico mostra a sua já conhecida precisão com palavras, tempos e métricas, aliada a uma imaginação incomum, com relatos sem sequência, em mometos e tempos distintos.

A riqueza de detalhes, com excelentes momentos de humor alternados com verdades duras, levam-nos ainda a um passeio histórico sem igual.

Com elementos "machadianos", Chico bebe também de sua própria fonte literária e musical (não há como não pensar na música "O Velho Francisco") e com a mesma precisão e genialidade com que nos habituou a letras primorosas, harmonias complexas e melodias modernas, brinda-nos agora com esta agradável e ritmada surpresa.

Veja mais aqui: http://www.leitederramado.com.br

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Mudando

13 Abril 2009



Às vezes acontece de todas as pessoas dizerem que você está errado. Todas. E você, acostumado a estar "sempre" certo (ou achar que está!), mantém-se firme. Isso por vezes é bom - e até pode ser inteligente. Quando dá resultados provamos que estamos certos. Contudo, quando estamos errados, é uma burrice sem tamanho. Pior, vamos acabar mudando mesmo, só que à força. Como tudo na vida, é claro que rende um belo e bom aprendizado.

Bem, mudanças todos nós temos e é uma coisa maravilhosa. Já tive e encarei várias mudanças na vida e agora vem uma nova, que não é de casa, não é de trabalho, nem de projeto, nem de empresa, nem de país, nem de cidade, nem de ramo de atividade, nem de credo, nem mesmo na estrutura familiar ou mesmo de patamar financeiro. Já passei por todas estas e todas foram ótimas, com enorme aprendizado e no final tudo deu certo.

A nova mudança que se inicia não é tão nova, afinal já venho trabalhando lentamente sobre a mesma ao longo dos últimos anos. É uma mudança de hábitos, visando mais saúde e melhor qualidade de vida. Mudei algo, mas foi pouco. A idéia era fazer mais, mas sem pressa.

Agora não tem jeito, veio o empurrãozinho médico e preciso mudar mais. Não passei nos últimos exames e, sinceramente, não vou esperar os próximos.

Que venha esta nova fase, com caminhadas e com novas manhãs.

Considerando o bom histórico de mudanças anteriores, confesso que estou otimista.

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Cartola - 1976

01 Março 2009


Post publicado sobre o disco ao lado, do Cartola.

Este disco é genial e comento-o no blog "Música que Ouço", que você pode visitar clicando aqui.

Para ver um pouco da genialidade do mestre Cartola, veja abaixo "Peito Vazio", do citado disco.

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Opinião sobre o HTC Dream G1 com o Android (Google)

25 Fevereiro 2009


Estou desde a sexta-feira passada com um HTC Dream G1, que roda o ANDROID, sistema operacional baseado em Linux e desenvolvido pelo Google. Uma espécie de "google phone".

O conjunto aparelho/software é bastante interessante e busca colocar-se entre a super-tela com touch-screen do IPHONE e as capacidades de e-mail e teclado do Blackberry. Para utilizar o aparelho é necessário que você forneça o seu usuário do GMAIL (ou do Google Apps). A partir daí, os serviços Google ficam todos integrados.

Apesar disso, acho que o conjunto HTC G1/Android ainda não parece-me "pronto" - como tudo do Google, está em versão beta - e ainda deverão vir algumas atualizações obrigatórias.



Uma visão geral entre prós e contras, na minha visão, é a seguinte.

Pontos positivos:

  • tela, com excelente tamanho, grande definição e com touch-screen
  • além da tela ser grande, o desktop é "extendido" - são 3 telas que podemos utilizar para colocar os nossos ícones
  • botões de navegação similares ao Blackberry, com acesso rápido aos menus de contexto e às operações principais
  • integração com o Google, onde tudo funciona bem (Google Docs, Agenda, E-mail, Search, Maps / Latitude, ...)
  • com GPS, WIFI, Bluetooth, 3G, ...
  • Uma aplicação bem legal chamada "Market" que permite organizar todos os aplicativos que estão desenvolvidos (que não são poucos) para o Android, de forma a que possamos ver o que tem disponível e baixar para o aparelho
  • Visualização de vídeos (YouTube, ...) além de uma experiência rica de navegação na Internet
  • Múltiplas sessões / janelas do browser
  • O browser é espetacular
  • Multitarefa


Apesar destes pontos positivos (e muitos outros), o HTC G1/Android apresenta sérios pontos negativos, tais como:
  • Bateria. A bateria não dura nem um dia apenas com o celular ligado. Se for utilizado "para valer", a bateria dura umas 10 / 12 horas apenas, o que é muito complicado.
  • Teclado. Embora exista e seja muito melhor do que escrever e-mails no iPhone, o teclado do Blackeberry (Curve ou Bold) é melhor.
  • Push para apenas 1 conta de e-mail. A tecnologia "push" está disponível para APENAS 1 CONTA DE E-MAIL. Explicando melhor. Quando ligamos o celular pela primeira vez, é nos perguntado qual é a sua conta GMAIL (ou Apps). Dali para a frente, tudo fica interligado a esta conta e esta conta tem PUSH. Caso você (como a maioria das pessoas) tenha MAIS de uma conta de email (pessoal e profissional, por exemplo), a segunda conta já terá que ser acessada por POP3 ou IMAP!!!!! Isto cria uma série de problemas na utilização deste dispositivo, visto que normalmente temos contas de e-mail separadas no Google, agendas separadas, GTalks separados, enfim, é uma falha grave.
  • Configuração "amarrada". Caso queiramos alterar esta conta de e-mail que foi configurada - por exemplo, não quero mais a minha conta pessoal do Gmail e sim a minha conta profissional - é necessário reformatar / reiniciar o dispositivo!!! Não tem como modificar!
  • Fragilidade. A forma que o teclado "abre" não pareceu-me muito resistente para "heavy users"
  • Visual. Acho que comparado ao iPhone e ao Blackberry Bold, o HTC Dream não é o de melhor impacto visual. Tem poucos atrativos, é pesado e grande.
  • Arquivos MS Office e PDF. Não são vistos no anexos (!!!). É necessário abrir o browser do GMAIL, pedir para ver a versão Desktop e pedir para ver como HTML...
  • Não há como fechar uma aplicação. O Google diz que como o sistema é Linux, a gestão de memória é muito eficiente e uma opção de "close" não é necessária pois o Android já faz a gestão automática, agilizando quando uma aplicação será aberta novamente. De qualquer forma, preocupa-me pois, por menor que seja, há um consumo de memória.
  • Dependência do cartão SD. A especificação diz que o mini-SD é uma "expansão", contudo sem um cartão SD ligado, não há como visualizar anexos dos e-mails, nem salvar fotos, nem utilizar a câmera!

Opinião final. Produto muito interessante, com pontos muito bons e outros nem tanto assim. É um produto "inicial" e não há dúvida que virão novas versões ainda melhores. Acredito que uma nova versão do Android, em um hardware melhor construído, farão um produto incrível. Para uma versão "1.0", já é um produto muito bom!

Para quem seja aficcionado por tecnologia, vale sempre a pena. Para quem já é usuário de Blackberry, acredito que o Blackberry Bold é uma melhor opção.

Referências adicionais:

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Atualização

18 Fevereiro 2009


Na pagina "Informática", atualizei as publicações com links para que os trabalhos possam ser acessados.

BLOG bem interessante sobre MÚSICA

15 Fevereiro 2009



Convido todos a conhecerem o blog "Música que ouço". A idéia é simples e interessante: trocarmos opiniões sobre cds, dvds e sobre o que gostamos de ouvir.

Vindo do meu amigo Ronaldo Menezes, sem dúvida que só terá coisa boa, portanto antes de comprar seu próximo CD de rock, jazz ou mpb, dá uma passada lá.

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Bom início de ano

14 Fevereiro 2009


O ano começou com muita música, bem legal. Infelizmente não deu para ir para tudo, mas deu para ir ao Biquini Cavadão (levei a garotada!), Titãs, Paralamas e Alanis Morissette.

Os três primeiros vi gratuitamente, no Parque do Cocó, bem legal. A Alanis, bem, foi no Siará Hall. Fazer o quê, era lá mesmo. A opção seria não assistir. Lá é sempre aquela coisa... Camarote para 10 pessoas, mas no nosso tinha 12. Arrajaram um camarote sem ninguém e ficamos por lá. Pedimos o cardápio e o garçom - atencioso, por sinal - apresentou um papel escrito à mão, caneta azul, bem, era o "cardápio". Enfim, lá é o que é, mas o show foi ótimo.

Tristeza de não ter ido ao Artur Moreira Lima, à Adriana Calcanhoto e ao Lenine. Fica para uma próxima.

Fotos: Artur Henrique II - o cara fotografa muito bem!

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Ano novo, esperanças renovadas

28 Dezembro 2008


Passado o Natal, o ano novo bate à porta. Sempre acabamos prometendo mais do que podemos (ou efetivamente queremos) cumprir. Passados os primeiros dias do ano, as promessas e idéias não se concretizam e a correria do cotidiano volta a tomar conta de tudo. Quando o final do ano chega novamente, recordamos do que havíamos prometido e tentamos de novo. Aí, quem sabe, no ano que vem...

Que tal quebrar o ciclo? Uma idéia simples é tomar nota do que realmente é importante para o novo ano e fixar este documento em algum local onde você sempre veja. Se não papel, que tal em um blog ou algum documento eletrônico na web (como o Google Docs?) ou ainda no wallpaper do seu notebook. Vendo sempre ficará mais difícil esquecer.

Antes de escrever os itens, convém identificar dentre os planos para 2009, aqueles que são os mais importantes - de forma a serem os itens a serem realmente perseguidos! Particularmente, tenho muitas coisas na cabeça, muitas idéias para 2009, mas algumas são muito críticas pois ainda que em 2008 algumas coisas tenham melhorado, outras pioraram.

Não considerando aqui metas ou idéias de trabalho, pessoalmente preciso me movimentar, pois há 20 anos que não faço nenhum atividade física regular. A alimentação também não anda grande coisa, assim como o horário de dormir e o tempo com as crianças. Sinto que o tempo para ajudar outras pessoas também pode melhorar bastante (junto com as ações, claro!), como também pode melhorar o tempo para pequenas coisas em casa, que vão ficando pelos cantos (como centenas de fotos, livros e objetos que precisam de organização ou encaminhamento!).

Tudo isto pode melhorar bastante, sendo necessário uma melhor organização do tempo, a mudança de rotina - que tira-nos do conforto - e algum sacrifício.

Será que em 2009 vai?

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Stephen Kanitz e a "Crise"

17 Novembro 2008



Gostei deste artigo.
Está na página do consultor Stephen Kanitz: http://www.kanitz.com/impublicaveis/crise.asp

Reproduzo-o aqui para divulgar, mas os direitos são completamente do autor.

"


Toda crise tem sete fases.

Fase 1. Não há problema na economia, diz a autoridade econômica, é tudo boato.
Fase 2. Sim, temos um problema mas tudo está sob controle.
Fase 3. O problema é grave mas medidas corretivas já foram tomadas.
Fase 4. O problema é muito grave mas as medidas emergenciais surtirão efeito.
Fase 5. Pânico geral e salve-se quem puder.
Fase 6. Comissões de inquérito e caça aos culpados.
Fase 7. Identificação e prisão dos inocentes.

Os Estados Unidos e a Europa estão na fase 5. Brasil, China e Índia estão na Fase 3. Precisamos nos proteger contra a possibilidade de chegarmos na Fase 5, quando basta um entrevistado na televisão afirmar “que esta crise é igual ou pior que a de 1929”, como vários já falaram, ou escrever no jornal “as conseqüências da crise chegaram definitivamente no Brasil”, como já foi publicado, e gerar pânico por aqui.

Não, a crise ainda não chegou no Brasil, ainda estamos na Fase 3 e mesmo se crescermos 0% este ano, o que ninguém prevê, toda empresa irá vender a mesma coisa no ano que vem. Sua promoção pode estar em risco mas não o seu emprego.

Ademais esta crise nada tem a ver, nem terá, com a severidade da crise de 1929, quando 25% dos trabalhadores perderam seus empregos e que durou até 1940 com 14%. Na pior das hipóteses, o desemprego nos Estados Unidos aumentará 3%, mesmo assim só por 24 meses.

Se tivessem líderes administrativos socialmente responsáveis, eles já teriam ido a público garantir que manteriam o nível de emprego de suas empresas nos próximos 12 meses. Hoje custa mais para se treinar um novo funcionário do que para mantê-lo fazendo algo por 12 meses.

Depois que Alan Greenspan e Nouriel Roubini saíram dizendo que a crise era igual à de 1929, todos os americanos pararam de gastar, aumentando sua poupança e prevendo o pior. Ninguém sabe quem serão os 25% de desempregados. Quando 100% dos consumidores param de gastar por um único mês, cria-se uma espiral recessiva imprevisível. Outra alternativa seria alertar os 3% que talvez sejam demitidos para economizar, para que os 97% possam manter normalmente suas compras evitando a espiral recessiva.

Na crise de 1929, 4.000 bancos quebraram, e a mera referência a 1929 como fizeram Greenspan e Roubini, leva pessoas leigas a correr para os bancos, o que aconteceu agora na Europa.

A imprensa perdeu a capacidade de filtrar e processar informação premida pelo tempo exíguo para colocar tudo na internet. Publicam o que vier, especialmente se for notícia ruim.

Nenhum banco comercial irá quebrar, nenhum ainda quebrou nos EEUU, e mesmo se forem um ou dois, nada se compara com 4.000. Bancos sempre quebram mas ninguém percebe. Mesmo se quebrarem, o seu dinheiro, ao contrário de 1929, está no fundo DI e não no Banco. O Fundo DI está no SEU NOME e dos demais cotistas, e se um banco brasileiro quebrar, o que não vai acontecer, seu dinheiro está salvo. No máximo você terá de esperar uma semana para a troca de administrador do seu fundo. O dinheiro está aplicado em títulos do tesouro em SEU NOME, não do Banco.

Deixar o dinheiro onde está é o mais seguro. Se você resgatar o seu fundo DI, o dinheiro cai na sua conta, e se o banco quebrar justo neste dia, você vira um credor do banco. Nossos bancos estão recebendo depósitos dos apavorados estrangeiros. Muita gente em pânico está saldando suas cotas em fundos de ações e o seu gestor é OBRIGADO a vender uma ação mesmo com ela caindo 20% no dia, algo que você jamais faria.

Acionistas majoritários não estão em pânico, nem podem nem querem vender suas ações. Só os minoritários se sentem uns idiotas porque não venderam na “alta”.

Não temos bancos de investimento no Brasil. De fato, Roberto Campos implantou neste país este mesmo modelo americano que está ruindo, mas felizmente foi uma lei que “não pegou”. Problema a menos.

Só temos bancos comerciais, e estes são muito bem controlados pelo Banco Central. Além do mais, nossos bancos têm dono, e por isto estão pouco alavancados, 4 a 5 vezes, contra 20 a 25 vezes dos bancos de investimentos americanos.

O Brasil não está alavancado. Nossos créditos diretos ao consumidor não passam de 36% do PIB, e devem crescer para 40% no ano que vem. Os Estados Unidos estão alavancados em 160% do PIB e é esta desalavancagem súbita que está causando problemas.

Nosso Banco Central, adotou o que venho alertando há anos a países e famílias - a política de ter reservas para os dias de crise e hoje temos US$ 200 bilhões. Pela primeira vez o Brasil tem reservas para sustentar uma crise duradoura, sem ter que se endividar para cobrir furos de caixa.

Temos um sistema financeiro dos mais modernos e rápidos do mundo implantado devido à inflação galopante dos anos 90. Nos Estados Unidos demora-se duas semanas para se descontar um cheque entre bancos, por isto o sistema travou. Nenhum banco confia em outro banco numa crise destas.

Esta é a hora para disseminar a nossa força, as nossas reservas, a competência de Henrique Meirelles, primeiro administrador financeiro (Coppead) a comandar o nosso Banco Central, e já se nota a diferença. Está na hora de mostrarmos ao mundo que como a China e Índia, nós vamos crescer via mercado interno, com produtos populares, tese que há anos venho defendendo.

Esta é a hora de mostrar o que DÁ CERTO no Brasil em vez de conseguir fama no rádio e na televisão mostrando o que poderia dar errado.

Lembre-se que os verdadeiros culpados já estão se movimentando para culpar os inocentes, e assim saírem incólumes e mais poderosos."

Stephen Kanitz
http://www.kanitz.com

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Cais Bar

17 Setembro 2008


Motivado pela leitura do blog do meu amigo Hemetério sobre o painel do Cais Bar, bateu uma nostalgia danada e fui dar uma pesquisa na Internet sobre o Cais Bar. Encontrei um post excelente, no blog Senso Incomum, que traduz muito bem o que era o Cais Bar e a falta que ele faz.


Vale a leitura aqui.


Que Fortaleza um dia volte a ter algo como o Cais Bar e - mais ainda - volte a ter áreas fantásticas das quais abriu mão, como o Mirante e a Praia de Iracema. A Praia do Futuro também já está quase entregue...

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Breakthrough - Richard Wright & David Gilmour

16 Setembro 2008

Bela canção de Rick Wright (1943 - 2008), com Gilmour e banda. Fantástico!

Meltdown Festival - 2002


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Ainda o Siara Hall


Legal, muita gente comentando o post sobre o Siará Hall. É isto mesmo, precisamos opinar para a coisa melhorar. Nada contra esta ou aquela casa, mas o que queremos é que tudo funcione BEM!


Enquanto isto, vamos amargando a realidade... Meu irmão convidou meu pai para assistir ao show do Charles Aznavour no Siará Hall. Já sabendo das preocupações, meu pai ligou para lá e informaram os preços e locais do espaço. De acordo com os valores, meu pai se interessou pelas cadeiras. Aproveitou para confirmar o horário do show, pois nos jornais divulgavam às 21 horas (conforme divulgação ao lado, extraída do Jornal O Povo).

 O diálogo foi este:

- Vou comprar 2 cadeiras. No jornal diz que o show começa às 21 horas. Ok?
- Sim, no jornal está às 21 horas, mas o show começará às 23:30.
- Como às 23:30? Não é às 21 horas.
- De fato não. Começa às 23:30
- Sendo assim, podemos chegar então mais tarde?
- Não convém. Nós abrimos os portões às 22:00. Para pegar um bom local é melhor chegar pelo menos uma hora, se possível até duas horas antes de abrirmos e ficar na fila. Os lugares não são marcados e se o senhor chegar muito  tarde além de ficar em um local ruim poderá mesmo não ter cadeiras.

No comments.

Sobre atrasos no Siara Hall, o Alan Neto (do Jornal O Povo)  também comenta em sua coluna, nomeadamente sobre o show do Djavan. Veja aqui.

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Falando sobre o Chrome


O Jornal O Povo entrou em contato com alguns profissionais de TI do Estado do Ceará para perguntar as primeiras impressões sobre o Chrome. Telefonaram para mim e falei um pouco. A reportagem final sempre fica com uma compilação esquisita, mas vale o registro.


Confiram aqui.

Ah, se estou no Chrome? Tenho avaliado e usado bastante, mas por pura experiência.  Digo isto pois realmente é difícil deixar o Firefox, que para mim continua o melhor e mais completo browser da atualidade. 

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Richard Wright


Sempre quando falamos em Pink Floyd é comum vir a discussão "Waters ou Gilmour", esquecendo-se sempre de Mason, Wright e Syd. Para mim, mais do que as letras de Waters, ouvir Pink Floyd é som, viagem musical, timbre e profundidade sonora. Não consigo ver - e ouvir - isto sem a voz e a guitarra de Gilmour e sem a voz e os teclados de Rick Wright.


Hoje, 15 de Setembro de 2008, Rick Wright faleceu, vítima de cancer. 

Há poucas informações sobre a morte, mas é uma notícia verdadeiramente triste. O trabalho de Rick Wright é fundamental para o som do Pink Floyd - e para inúeros trabalhos do próprio Gilmour. Vale ouvir Wright com Gilmour em "On an Island". Também Rick Wright possui um belíssimo trabalho solo.

Dia triste para a música e para o rock...   Rick, I see you on the dark side of the moon!

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No one can replace Richard Wright. He was my musical partner and my friend.

In the welter of arguments about who or what was Pink Floyd, Rick's enormous input was frequently forgotten.

He was gentle, unassuming and private but his soulful voice and playing were vital, magical components of our most recognised Pink Floyd sound.

I have never played with anyone quite like him. The blend of his and my voices and our musical telepathy reached their first major flowering in 1971 on 'Echoes'. In my view all the greatest PF moments are the ones where he is in full flow. After all, without 'Us and Them' and 'The Great Gig In The Sky', both of which he wrote, what would 'The Dark Side Of The Moon' have been? Without his quiet touch the Album 'Wish You Were Here' would not quite have worked.

In our middle years, for many reasons he lost his way for a while, but in the early Nineties, with 'The Division Bell', his vitality, spark and humour returned to him and then the audience reaction to his appearances on my tour in 2006 was hugely uplifting and it's a mark of his modesty that those standing ovations came as a huge surprise to him, (though not to the rest of us).

Like Rick, I don't find it easy to express my feelings in words, but I loved him and will miss him enormously.

David Gilmour
Monday 15th September 2008
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15 Sep 2008
The family of Richard Wright, founder member of Pink Floyd, announce with great sadness, that Richard died today after a short struggle with cancer.

The family have asked that their privacy is respected at this difficult time.

Richard Wright
Born 28 July 1943 (65)

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